Quarta-feira, Fevereiro 6

teste

por juliana pelegrini às (15:12)
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Segunda-feira, Julho 9

Carta para Alice



Querida filha,

te escrevo esta carta, para que a lembrança do dia de hoje não seja como muitas outras esquecidas. O dia em que você se virou sozinha na cama eu me lembro de ter anotado em seu livro de primeiros passos, mas o dia em que você sorriu para mim pela primeira vez foi esquecido. Não o fato, mas a data. Acho que a culpa foi da emoção, que misturada com o receio de não corresponder àquele sorriso fez com que a mamãe se esquecesse de anotar, isso nunca vou saber...

Pouco mais de um mês, quando o leite diminuiu e eu tive que te dar mamadeira por uns poucos dias, doeu mais, foi mais difícil, muito mais. Tentei de todas as maneiras aumentar a produção, me sentindo culpada e impotente diante de você, até que retomamos nossa rotina de mamadas e olhares cúmplices e apaixonados.

Há pouco, ao te carregar para seu berço, já adormecida e tranquila, me dei conta de que tudo bem você não querer mais o peito da mamãe. Dessa vez não dói tanto, talvez por achar que agora a culpa não é mais minha, pois o leitinho sai todas as vezes que você chama por ele.
Isso me fez lembrar de quando você dormiu sozinha em seu berço pela primeira vez. Ou melhor, de quando “eu” voltei a dormir em meu quarto.

Foi difícil admitir que você cresceu. Simples assim. Agora quer explorar, conhecer novos sabores, aromas.
E tudo bem. A mamadeira vazia está aqui, em frente ao teclado, e algumas lágrimas insistem em cair, mas a mamãe finalmente percebeu que amar direito é isso, é deixar ir; é abrir os braços e sussurrar um eu-te-amo embargado em seu ouvido, pra você saber que sempre vou estar aqui para você.

por juliana pelegrini às (21:48)
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Segunda-feira, Maio 14

PARA QUEM É MÃE, PÃE E AFINS



eu QUERO! eu PRECISO!
não é jabá não, apenas uma dica para mães que, como eu, moram em cidades-prá-lá-de-deus-nos-acuda...
indispensável para a mãe muderna!

por juliana pelegrini às (14:32)
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Quarta-feira, Janeiro 10

queridos e queridas,

ando ausente de tudo e todos por um motivo mais do que justo: a maternidade.
aquele lance de propaganda que diz que quando nasce um bebê nasce também uma mãe é tudo balela!
por mais que se cuide de sobrinhos e afins, nunca estamos totalmente preparadas para aquela nova pessoinha que depende de você pra tudo 24 horas por dia. acreditem, sua vida nunca mais será a mesma.
não estou reclamando, pelo contrário, é uma mudança boa, daquelas que aquecem o coração e dão um quentinho bom na barriga. mas a verdade é que depois que temos filhos, você fica um tempo vivendo em função deles, e deles somente...rs

aqui em casa estamos com quase dois meses de vida, e nunca mais minha mãe tomou um banho demorado, ela vive com os cabelos amarrados e os mamas de fora, e só agora que ela largou do meu pé e foi dormir de novo no quarto com o papai. eu não deixo ela assistir novela, filmes e muito menos o tal big brother, porque é justo na hora que eu gosto de chorar de cólica. mas minha mãe é legal, no começo ela ficava meio doida, e até chorava comigo, mas agora ela já ta craque, e já sabe que pra eu me acalmar é só ela ter paciência e ficar tranquila me embalando que eu durmo logo. tá certo, algumas vezes eu fico berrando até de madrugada, mas é porque sou neném e neném que se preze chora sem motivos oras!

FOTO RETIRADA

bom queridos, essa foi a alice dando seu depoimento...rs
na verdade escrevi para contar um pouco da nossa nova vida.
ah, meu email mudou para esse aqui:
juli.pelegrini@gmail.com e o hotmail continua também.

beijos a todos e saudades, muita saudade.

juliana

por juliana pelegrini às (15:10)
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Sexta-feira, Novembro 24

enquanto a mamãe de primeira viagem se vê as voltas com fraldas, mamadas na madrugada, olhinhos bem abertos quando é hora de dormir, ficam algumas fotinhas da pequena e um texto do paizão.

beijos a todos.


*

Bem Vinda

Quando ela nasceu, eu falei bem baixinho em seus ouvidos: Bem vinda ao mundo, menina. Mas falei bem baixinho mesmo, temeroso que o mundo realmente pudesse ouvir. Parece egoísta, eu sei, querer que ela vivesse no meu mundo particular por somente alguns instantes, mas às vezes esses instantes são as coisas mais bonitas de se guardar.

Eu nunca pensei que pudesse querer proteger alguém do mundo lá fora, sempre fui adepto do lema viva e deive viver. Eu sempre acreditei que as feridas causadas são necessárias para o crescimento, e minha parte (ainda) racional não mudou de opinião: as cicatrizes que mostramos são batalhas que vencemos, e que apesar de terem tirado um pedaço da gente, acrescentaram algo que nada além do mundo pode te dar: experiência.

Mas vendo a pele dela tão fina, tão clara, tão limpa do mundo, algo dentro de mim mudou. O amor que se sente pelos filhos não vem aos poucos, crescendo como todo amor que julgava conhecer. Ele queima branco, quente, não cresce. Ele nasce imenso.

Quando a peguei no colo pela primeira vez, depois de limpa, pesada, com roupas quentes e confortáveis, essa necessidade de proteção em mim não desapareceu. Ela cabe deitada no meu antebraço, e ainda não vê o mundo com todas as cores que um dia vai conhecer. E mesmo quando conhecer as cores, quando só couber em um abraço, quando desejar ver o mundo que suspira baixinho a saudade de uma vida que ainda não aconteceu, ainda sentirei a mesma coisa, a mesma necessidade.

De protegê-la com unhas, dentes e tudo mais que eu tiver ao alcance de minha mão.

Então hoje eu disse um pouco mais alto em seus ouvidos: bem vinda ao mundo, menina. E um pouco mais alto disse ao mundo: tome cuidado com o que faz. Posso não estar sempre preparado, mas em tudo que puder fazer, vou te vigiar.

Bem vinda ao mundo, Alice. Seu pai te ama, e nunca vai deixar de te proteger.

ADOLFO COLEN

FOTOS RETIRADAS

por juliana pelegrini às (11:19)
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Quinta-feira, Abril 20

Infinito ( For a Boy )

ando afastada daqui. ando sem tempo para escrever. mas a causa é boa! ando vivendo, me fazendo feliz :)
esse cantinho sempre vai ser meu. e ele sempre será especial. ele me deu você, e nos deu nossa sementinha.
você me ensinou que era possível transformar em poesia a distância que nos separava. você segurou minha mão quando ela se foi, e soprou em meu ouvido que a chama não se apaga, e que eu deveria continuar. me mostrou que para viver a gente tem que ter coragem, e que mesmo quando metemos os pés pelas mãos, sempre existe o lado bom para se olhar. como você disse, sempre foi muito mais bom do que regular. e agora vamos nos casar. apesar dos nossos corações e nossas vidas já serem uma há tempos, vamos juntos formar o infinito, e finalmente passar pelos rituais do coração.
por tudo o que passamos, pelo que me ensinou e aprendeu, eu te entrego meu coração e minha vida.
eu te amo adolfo colen...
(Ju Colen)

*

Infinito ( For a Girl, For a Boy, For a Little Baby)

Oi.

Eu encontrei você pela ponta de meus dedos. E no momento nem sabia.

Eu somente escrevia.

Não eram cartas dentro de garrafas, porque nunca fui náufrago, e nunca em um dia desses eu desejava me salvar. Eu somente escrevia o que havia dentro, algumas palavras que rimam, outras que se entrelaçam mais ou menos. Vê, certas vezes eu não consigo evitar.

Mas hoje eu não preciso de um ritmo certo pra lhe falar as coisas, porque posso falar diretamente com você. E tudo por causa de meus dedos, do que eles insistiam em traduzir para palavras colocadas em um canto obscuro da rede mundial. Posso não ter colocado as cartas na garrafa, mas de alguma forma você as encontrou, não perdidas em alguma praia isolada, mas presentes no seu trabalho, na sua casa, elas perseguiam você onde quer que estivesse. Você chegou a imprimir uma delas no papel, colocar na sua bolsa, como uma lembrança de boa sorte, o seu próprio patuar.

E eu nem sabia ainda, você me entende, eu somente escrevia. Eu nunca poderia imaginar.

Mas de um recado insuspeito, de um contato que parecia etéreo, eu comecei a tomar conta de meus próprios dedos, eu comecei a imaginar. Eu conversava com você sobre sopas de ervilhas, sobre músicas e poesias, eu imaginava a cor do quarto em que toda noite ia dormir. No lugar onde seus dedos também trabalhavam, eu comecei a imaginar. Havia uma frase em seu perfil, em que dizia " Eu quero: V o c ê".

Eu queria ser V o c ê.

Eu disse uma vez que éramos duas pessoas em distantes apartamentos, tocando um ao outro pouco a pouco em pensamentos. E escrevi o Infinito, que era para uma garota que só podia ser você. Eu disse tantas coisas, não mais pela ponta de meus dedos. Eu disse do fundo da garganta, onde a carne faz palavra, e não ao contrário. Não somos verbos, somente atos, e no momento inicial o meu foi de fugir, de se esconder.

Mas você não deixou, você jogou tanta coisa fora para tentar, e eu tinha tão poucas coisas que eram valiosas para se descartar. Eu era o único habitante de minha vida, e você tinha tantos vizinhos que nunca podia acordar de madrugada, abrir a janela e gritar.

E apesar disso, ou por isso mesmo, decidimos nos encontrar. E do encontro, começamos a namorar. E como naquela carta que você guardava na bolsa, sempre foi muito mais bom do que regular. E nós nos misturamos, não foi?

Você pôde abrir a janela na madrugada, e gritou. Eu aprendi a ter vizinhos. Você pôde guardar as coisas. Eu aprendi a deixá-las ir.

Se isso não é amor, então nada mais é. E agora esse amor se multiplicou, e o que eram dois irão ser três.

No dia do descobrimento do Brasil, nós vamos no casar. É engraçado imaginar que os portugueses não exatamente nos descobriram, eles sabiam que algo devia haver por lá. Acho que é justo dizer também que quando escrevi todas as cartas, eu também sabia que havia alguém lá fora que também valesse à pena descobrir, eu só não imaginava que minha viagem cega pelos oceanos fosse dar em você. Uma terra de riquezas, que me ensinou tanto quanto aprendeu.

Veja bem, eu não estou omitindo nada, eu nunca poderia imaginar você. Mas você existe, e mudei minha casa para a nossa. Meu dedo agora tem a aliança, que vai para a mão esquerda, em linha mais curta para o coração.

Eu nunca poderia imaginar você, mas ainda assim você existe, ainda assim você é.

Você que ser minha esposa?
(Adolfo Colen)

por juliana pelegrini às (08:43)
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Terça-feira, Dezembro 13

[o vestido]



e eis que aos 30, me descubro mulherzinha retardada querendo casar...

por juliana pelegrini às (20:48)
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Quarta-feira, Outubro 19

[e dá-lhe chico!]

seguinte: a danada da regra decidiu enfim atrasar cinco dias, deixando a pessoa em polvorosa. e toma teste baratén de farmácia, e toma reza pra nossa-senhora-padroeira-das-balzacas-desesperadas. negativo. e nem assim a dita resolveu dar as caras. mas eis que um dia, vejam bem, UM DIA antes da pessoa ir prá praia e poder brincar de milanesa na areia (isso depois de quase 3 anos sem ver as fuças de netuno) a felasdamãe decide dar o ar da graça. é ou não é pra enfiar-o-dedo-no-fiofó e rasgar minha gente?

por juliana pelegrini às (14:42)
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Sexta-feira, Setembro 30

[tchau tchau inferno astral...]



...porque em certos momentos eu só tinha vontade de sentar e chorar, mas enfim,
"crescer é isso. saber que o mundo desaba sobre seus ombros todos os dias, e nem por isso você deixa de regar sua planta, ou fazer seu café com calma, ou assistir a um programa favorito."
(ela disse tudo o que eu sentia na hora mas não sabia como colocar em palavras)
enfim, a gente sabe que tem que tocar prá frente e continuar, mas vez por outra, precisamos ser lembrados disso. e foi isso que me fizeram naquele dia. me lembraram que eu tenho muito mais motivos para agradecer do que para desistir...

por juliana pelegrini às (13:58)
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Quarta-feira, Setembro 21


por juliana pelegrini às (16:50)
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Segunda-feira, Setembro 5



...E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:-"Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!"- aí então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar da minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele...
...Você acredita nessas coisas? Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito...


por juliana pelegrini às (16:10)
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Quinta-feira, Agosto 18



{a paz, invadiu o meu coração...}

escondida atrás da menina de meus textos, podia me mostrar e me contar sem receio.
hoje, depois de ter vivido uma vida em um ano, não escrevo mais como gostaria.
tanto sentimento, tanta paixão, mas as palavras simplesmente me fogem, e a página a minha frente continua em branco.
da vida recebi alegrias e tristezas que dariam um belo conto. mas isso deixo para os filhos e netos que ainda terei. serão parte das histórias que os farão dormir à noite.
suponho que seja assim mesmo, as coisas são como devem ser, e não nos cabe reclamar, somente viver. e é isso que venho fazendo. de casa pro trabalho, da doença do avôzinho à falta de grana, tudo no seu lugar. e entre a amiga que vai embora e o amore que vem me ver, sigo meus dias.
vez por outra, a vontade de desistir dá as caras, mas como o tempo para lamentos anda escasso, finjo que nem a vi e balanço os ombros num nem-te-ligo cheio de desdém e sigo em frente.
e é assim que é...

por juliana pelegrini às (16:18)
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Segunda-feira, Junho 13

[pensamento do dia]

a verdadeira negociação é baseada nos seguintes termos: quem abre mais a perna e quem dá mais a bunda.

por juliana pelegrini às (14:38)
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Sexta-feira, Junho 3

{BLOCO DO EU SOZINHO}

então, para mim este último mês foi de esperas e de NÃO realizações...

- NÃO tô grávida
- NÃO consegui fechar negócio com a gráfica
- NÃO vou passar o dia dos namorados acompanhada
- NÃO consigo dizer "NÃO" a coisas que me fazem mal

feio, feio, dia feio... :(

por juliana pelegrini às (18:54)
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Quarta-feira, Junho 1

( MOVER DAS ÁGUAS )

«Quem me dera que estivesses aqui.».
Quase posso arriscar que pensaste isso. Que o teu coração estava feliz e triste ao mesmo tempo. O vazio, por vezes, levanta paredes muito altas. Cria um muro. Nada pode transpô-lo.
«Quem me dera que estivesses aqui.».
Não estás sozinha, é bem verdade. Todos te amamos. Mas o vazio¿ bem o vazio abre aquela ferida. Algumas vezes. Quase sempre.
«É difícil olhar para o teu lugar e não te ver lá.»
Quando caminhaste para dentro das águas, lembraste que ela devia estar ali, de olhos rasos pela emoção. E todos ficamos emocionados porque pensamos o mesmo; e a alegria e a tristeza entrou-nos pelo coração dentro.
Buscámos a alegria, porque era isso que ela queria para ti. E é isso que mereces.

D A Q U I {Chá de Menta}

*
era isso que eu gostaria de dizer a ela se pudesse me ouvir hoje...

por juliana pelegrini às (13:32)
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Quinta-feira, Maio 19

pois é. hoje faz 1 ano que você se foi. eu queria escrever uma coisa bonita, que fosse sua cara, que trouxesse um pouco de você a quem lê. mas não consigo. as palavras ficam confusas na minha cabeça, não consigo coordená-las. então, abaixo a caneta e me deixo vencer. quem sabe ano que vem...

só queria que você soubesse (e tenho a certeza de que sabe), o quanto sinto saudades. sinto sua falta todos os dias no caminho para casa, do tempo em que conversávamos e ríamos como duas amigas (e é o que éramos). sinto falta de acordar com você aos domingos na cozinha, preparando nosso almoço (e você nem gostava de cozinhar). do modo como você ria e falava tão alto ao telefone, parecia nem precisar dele...rs

quando brinco com os pequenos, sempre me vem o pensamento de que você não vai poder ver o dani jogando bola feliz da vida, nem acompanhar os primeiros passinhos da duda (ela já está quase engatinhando).
meu coração aperta quando penso que não vou te ver quando entrar na igreja, e que vou ter que resolver todos os detalhes sozinha, sem contar com a sua ajuda.

isso tudo é meu modo de dizer que te amo, e que sinto sua falta. eu apenas rezo pra que você esteja nos vendo, compartilhando as alegrias e tristezas, de um jeito diferente daí de onde está agora.
te escrevo hoje mãe, porque como sempre eu vou acabar dormindo no meio da oração (não sei o que acontece comigo...rs).
fica bem, pois aqui estou cuidando para que todos nós também fiquemos viu.

com amor,
tuca

por juliana pelegrini às (18:37)
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Quinta-feira, Maio 12



rezem por mim, sim.
segunda é um dia que pode mudar toda uma vida.
a minha por sinal...rs

por juliana pelegrini às (16:23)
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Quinta-feira, Maio 5

(( pensamentos ))

um dia ele me disse que era bom em abraçar por trás, em dar beijo no pescoço...
escreveu que dançaríamos assim. pés sobre pés...



e ele sempre cumpre o que promete.
por isso decidimos que ao invés de dois, seríamos um.
hoje, tudo parece estar mais próximo do que nunca.
mais uma vez o espero...

por juliana pelegrini às (20:59)
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Quarta-feira, Abril 27

(( retalhos ))

vontade de pipoca doce. vermelha, quentinha. daquela que tinge a língua e os dedos de vermelho. de sentar com um pote de chantily no colo e comer de colherada. até acabar.




então, agora não durmo nem com remédio. logo logo vou precisar de sacola de feira pra carregar o cacete das olheiras.

*
alguém aí interessado em um negócio montadinho (8 anos de mercado) aqui em sampa? tô aceitando víveres, bilhete único, vale refeição...



se arrependimento matasse, eu tava dura. e preta.

por juliana pelegrini às (11:46)
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Sexta-feira, Abril 22

(( nowadays ))

uma noite, ela me olhou e disse: "seus olhos estão brilhando, dá pra ver que você está feliz."; pegou um espelho na bolsa e se olhou. "olha", ela completou: "meu olho não brilha, estranho".

naquele dia eu estava muito ocupada para simplesmente virar pro lado e conversar com ela. seus olhos, realmente não tinham brilho, estavam secos. mas isso eu só vim me dar conta por agora. naquele dia eu não lhe dei atenção.

hoje, sem tê-la por perto, percebo que naquele momento ela só precisava ter em mim alguém com quem conversar. que através dos seus olhos já não se podia mais ver quem ela realmente era. seu coração havia entristecido. talvez morresse aos poucos.

mês que vem faz um ano que ela se foi, e apesar de saber que fui boa filha, de que sempre fiz tudo que estava ao meu alcance para que ela tivesse uma vida feliz, ainda hoje uma frase martela na minha cabeça: "quando alguém que se ama muito vai embora, a gente sempre se lembra das coisas que deixou de fazer..." - e é assim que é.

seu tempo havia se esgotado, e a vida a deixava dia após dia. mesmo sabendo que fiz o que pude, eu vejo o quanto fui egoísta, pois naquele dia eu não fiz o mais simples.

naquele dia eu não a olhei nos olhos...

por juliana pelegrini às (20:02)
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Quarta-feira, Abril 6

no orkut hoje:

Sorte de hoje:
Seu grande sonho é constituir família

*

tão tá, yogurte cuzão, agora conta outra...

por juliana pelegrini às (18:11)
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Sexta-feira, Abril 1



[count on me]

às vezes, de onde menos se espera, vem alguém e te dá um ombro. não aquele atrasado, meio que obrigado; (que de nada vale, pois não foi na hora em que você sentiu aquela vontade monstra de se jogar no chão e chorar encolhida); mas aquele que chegou na hora exata, aquele que te ajudou a levantar a cabeça, a ter esperança, que te fez voltar a sorrir simplesmente por saber que hoje alguém se importou com você.

thanx pá.

*

e não, eu não tenho vergonha de chorar em padarias : )

por juliana pelegrini às (18:02)
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Quarta-feira, Fevereiro 9



cá estou, de volta a minha cidade. as mesmas ruas, os lugares conhecidos, as mesmas pessoas. o trabalho anda escasso, e mesmo que estivesse a todo vapor, já não sinto prazer em executá-lo. olho para a pilha de contas e papéis inúteis sobre a mesa (ela bem que precisa de uma arrumação), mas não sei por onde começar. ando perdida, cansada de esperar para começar a viver de verdade. tudo vai se resolver, alguém me diz. outro comenta que as coisas vêm a seu tempo...
tempo. já se passou um monte dele. and i´m still here.
e olha que hoje nem é segunda...

por juliana pelegrini às (09:37)
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Sexta-feira, Fevereiro 4

{porque ajudar não custa nada}




por juliana pelegrini às (08:57)
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Quinta-feira, Janeiro 20

[tired]



cansada. é como me sinto. só por hoje, eu gostaria de não ter. hoje eu queria poder esquecer e sonhar.

cansada. a cabeça pesada, o corpo doído de um dia que poderia muito bem não ter sido.

se me fosse concedido um agrado, só por hoje eu desejaria dormir. e não acordar. pelo menos não tão cedo...

por juliana pelegrini às (18:55)
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Quinta-feira, Janeiro 13

[mais fotas]


[duda]



[galerinha]


por juliana pelegrini às (08:27)
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Quarta-feira, Dezembro 22


por juliana pelegrini às (11:49)
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Quinta-feira, Dezembro 9

algumas pessoas já sabem como eu e ele nos conhecemos e chegamos até aqui, mas histórias de amor são sempre bem vindas, e portanto, nunca é demais contá-las novamente...

mais uma vez esse texto entra em minha vida de uma maneira que não consigo explicar, e nem preciso, já que o amor não é feito de razão.

ele foi feito de coração, presente dado ao querido sobrinho, mas na primeira vez que o li, foi como se tivesse sido escrito para mim.

já foi homenagem para casais que acreditaram no amor.

e desde então, muita coisa aconteceu, o amor criança se solidificou e cresceu, nos fazendo percorrer o caminho natural daqueles que se querem.

mais uma vez me deparo com ele, que nunca deixou de fazer parte de minha vida.

e não podendo ser de outra forma, hoje esse texto me pertence.

isso tudo é para contar que demos um passo a mais em nossas vidas, que acreditamos naquilo "que não tem início, e não tem fim, sustenta ciclos e estações sucessivas, é um círculo perfeito". e no primeiro dia do ano vindouro, ele estará lá, do lado direito, nos lembrando sempre de que é possivel encontrar alguém...

*

"Olá, amor. Bom dia.

Estive pensando por algum tempo, e te trago um anel. E com esse anel te desposo. Não, não fiquei maluco, e nem tomei café em excesso, como você insiste em me dizer, em toda manhã que temos o prazer de acordamos juntos. E sempre me pareceram tão escassas essas manhãs.

Eu quero me casar com você. É tão simples dizer isso, tão complicado de explicar porquê. Como essas decisões são tomadas. Como transformar isso em palavras, mas mesmo assim vou tentar.

Eu te amo, e acho que esse motivo é uma boa razão pra se iniciar qualquer coisa. Te amo simplesmente. e gosto de te ver acordar ao meu lado. Gosto que me faz sentir-me amado logo pela manhã. Logo quando meu dia vai começar. E gosto do jeito que sorri quando conto uma piada querendo te impressionar. Amo o jeito com que toma as decisões, com aquele ar de que tudo é importante. E na verdade, perto de você tudo é.

Nem tudo são flores, e você sabe que não. Estamos sempre discutindo por nossas próprias razões, e às vezes, tenho que admitir, durmo com uma pontada no coração. Você acha que certas qualidades são defeitos, e que certos defeitos são qualidades. Mas isso é o que você acha.

E nada disso atrapalha o que sinto por você. As horas que passamos conversando, os dias nos beijando, as noites nos amando. E detesto ficar longe de você nos tempos em que fico longe de você. Me sinto mais pobre.

E por isso, com mais bom do que regular, com mais sol do que chuva, com uma vontade de te ter em nossa casa (que já é nossa no momento em que você pisou nela) sem hora pra sair, peço para que se case comigo. Por que quero te ter a meu lado, fisicamente, já que nas outras áreas você não sai de mim.

E te dou esse anel, que não tem início, e não tem fim. Sustenta ciclos e estações sucessivas, é um círculo perfeito. E quero do seu lado esquerdo, porque essa tradição é das mais belas. Os antigos achavam que o sangue do lado esquerdo ia mais rápido para o coração, por razões óbvias. E na verdade vai. Chega mais rápido, quente, e vermelho.

E quero que o use.

As escolhas só podem ser feitas assim.

Quer ser minha esposa?"


*

"eu te amo adolfo colen", foi assim que eu te disse na primeira vez. e eu digo sempre...

por juliana pelegrini às (20:43)
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Sexta-feira, Novembro 19

quando alguém que se ama muito vai embora,
a gente sempre se lembra das coisas que deixou de fazer...

por juliana pelegrini às (17:51)
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Quarta-feira, Outubro 27

[tia coruja]


minha pequena...



meus amores...



meu pequeno...

por juliana pelegrini às (13:38)
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Quarta-feira, Outubro 20



fazia tempo que não me sentia assim...

como se as coisas voltassem a ter sentido, como se redescobrisse o meu lugar.

muito tempo se passou desde que decidi mudar minha vida. que iria ser feliz, que deixaria de viver em função dos outros.

desde então muita coisa aconteceu. vivia um relacionamento de 12 anos, que já era mais amizade do que qualquer outra coisa, e tive coragem de sair dele. bom prá mim, melhor prá ele...rs
hoje ainda trabalhamos juntos, somos amigos, daqueles que até ajudam a escolher o presente da nova namorada...rs
mas continuando, nesse tempo muita coisa boa aconteceu, e coisas não boas idem.
conheci o amore, e com ele voltei a sentir. fiz alguns amigos, herdei outros dele. a família cresceu, e essa semana cresce mais um tiquinho com a chegada da pequena maria eduarda, minha sobrinha. minha mamis foi morar com os anjos, assim, sem nem dizer adeus. senti demais, mas como fui preparada pela vida, engatei a primeira, e segui em frente. os negócios não andaram lá muito bem, trabalhei de dia, trabalhei de noite, e o tempo me mostrou que existem coisas mais importantes do que o metal.

isso aconteceu quando meu avô adoeceu, quando "aquela doença-que-ninguém-gosta-de-falar" resolveu dar o ar da graça e nos mostrar o quão frágil nós somos, e quanto tempo perdemos com bobagens.

hoje, eu que me sentia só e que tinha pena de mim mesma, descobri que é justamente isso que me torna quem sou.

sou uma mulher que sonha, que sofre e que ama. apenas mais uma...

quem me lê e me conhece, sabe que todas as palavras lançadas aqui foram uma forma de desabafo. pelas metáforas pude me contar,nas entrelinhas eu derrubava as lágrimas que ninguém podia ver, e em cada encontro com pessoas que por aqui passavam, eu ganhava forças para mudar. o caderno de notas que a gente costuma ter aos 15, vim fazer aos 20 e poucos...rs

acho que justamente por isso andei sumida daqui, estava longe, vivendo...

e valeu. por tudo e por todos que passaram e entraram em minha vida.

hoje me sinto em paz, repleta de gratidão, pelas pessoas, pelo amor.

era isso, eu precisava contar, dividir.

sintam-se todos acarinhados por mim. a gente se esbarra...

por juliana pelegrini às (17:49)
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Quarta-feira, Agosto 25

hoje tem os pés machucados pelo caminho.
no coração, um tic tac cansado qual relógio, fazendo-a lembrar do quanto ainda resta.
seus olhos já não carregam mais o brilho dos tempos de criança, onde tudo era poesia e encantamento.
já não escreve mais, não sonha nos segundos em que se entrega ao cansaço, não tem mais quem a coloque para dormir.
dos tempos de outrora somente a lembrança de quando era feliz.

hoje a menina cresceu. e entristeceu.

por juliana pelegrini às (16:26)
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Terça-feira, Agosto 3


Vilma Slomp - Tulip/Heart

she [he]
may be the reason I survive
the why and wherefore I'm alive
the one I'll care for through the rough and ready years
me I'll take her [his] laughter and her [his] tears
and make them all my souvenirs
for where she [he] goes I've got to be
the meaning of my life is

she [he]


por juliana pelegrini às (01:03)
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Quinta-feira, Julho 22

pela manhã, ela abre sua janela e permite que os raios de sol aqueçam seu quarto, sua alma.
nas tardes, ela se senta ao ar livre e desenha sua vida, a vida que se quer.
em todas as noites, ela sonha com o dia em que a névoa baixará, e assim segue vivendo.
e durante as madrugadas, por várias vezes ela desperta e percebe que a felicidade que tanto deseja está lá, bem ao seu alcance.
é o carinho dos seus, um olhar de gratidão, é o amor que a espera do outro lado da montanha...
e assim, cerra os olhos em oração, e se deixa adormecer, com a certeza no coração de que sim, é feliz.

por juliana pelegrini às (11:42)
Diz aí:
diga aqui também...



Segunda-feira, Julho 19

two months...
too soon...

miss you mom...

por juliana pelegrini às (12:12)
Diz aí:
diga aqui também...



Sexta-feira, Julho 16



ele vem chegando
e feliz vou esperando
eu sei que a espera é difícil
mas eu espero sonhando...


por juliana pelegrini às (16:19)
Diz aí:
diga aqui também...



Terça-feira, Julho 6

1 ano!

quero te contar sobre as coisas que aprendi com você nesse tempo.
com você, comecei a enxergar o lado bom, sempre.
a ter um sorriso no rosto, e uma estrela no peito acesa o tempo todo.
aprendi a ter calma, você me traz paz, me faz querer melhorar, me toca prá frente.
com você, eu voltei a acreditar, descobri o sentir, reaprendi a amar.

deixa eu te falar que fui tua muito antes de te conhecer. já era teu meu espírito e meu coração.
e a cada novo dia, meu amor cresce e se faz mais forte.
nos completamos no bom e no regular, no riso e nas lágrimas, na força e na queda.

do amanhã nada sei. só carrego no coração a certeza de que te amo, e te quero como meu marido, e quero filhos teus, e uma vida inteira juntos.

1 ano amore... o primeiro...

por juliana pelegrini às (09:22)
Diz aí:
diga aqui também...



Quarta-feira, Junho 23

fui muito feliz e fui muito triste...

(tirado de um texto do amore em algum período da pré história blogiana, e que estava martelando na cabeça há tempos...)

é normal que nos fechemos em copas quando algo importante acontece em nossas vidas. principalmente quando se perde alguém que amamos. é quando se percebe como outras coisas que importavam tanto se tornam pequenas diante dos fatos da vida. é quando se faz o balanço do que se tem feito, e o saldo nos mostra que estamos no caminho certo. e é quando se descobre bem o rumo que queremos tomar.

"fui muito feliz e fui muito triste", hoje posso perceber...
mas mais do que isso, carrego comigo a certeza de que os momentos de felicidade superaram e muito os de tristeza. "o que não te mata te faz mais forte"; sábias palavras, pois é exatamente assim que acontece.
sendo assim, de hoje em diante, eu me permito ser feliz!


por juliana pelegrini às (11:13)
Diz aí:
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Terça-feira, Junho 1



quando todas as luzes se apagam e o silêncio teima em se instalar, é que percebo finalmente a sua ausência.

não sinto o desespero comum dos que ficam, mas somente a saudade terna e dolorida.

entre nós não ficaram lacunas. todas as palavras foram ditas, todos os abraços foram dados.

mesmo os papéis se invertendo vez por outra, eu te sabia do meu lado, se acaso precisasse.

hoje, não estás aqui fisicamente, mas essa força que brota em mim te pertence, posso sentir.

que o tempo aplaque essa dor, e que somente reste a saudade e a lembrança do que vivemos nesta vida.

com um beijo ao vento, te deixo livre para partir.

nos encontramos...

por juliana pelegrini às (09:49)
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Terça-feira, Maio 25

[saudades mamita]

Existe esse fogo eterno, esse fogo antigo, que movimenta as máquinas até que elas parem, mas que continua infinito.
Um simples sopro do destino e a chama pula de um para outro pavio, mudando da vela o portador. É como se as mãos novas e finas de um menino se tornassem mãos grossas e sábias do criador. É nesse momento que tudo que houve em uma vida se torna novidade no coração de um novo caminhante, onde os passos mudam nesse instante para seguir e avançar os de seu próprio professor.

Claro que como chama, a mudança queima os dedos e causa sua fatia de dor, os nervos que formigam em ritmos de faísca pelo rosto transtornado de saudade do que passou. Mas essa mesma saudade, em forma de lágrimas, inaugura abaixo dos olhos novos canais, novos caminhos e novos sinais, renovando em nossos rostos o que existia nos retratos mais recentes de nossos pais.
É a tocha que passa a outras mãos, a vela que acende um novo quarto em nosso próprio coração.

Por isso, olhem o jardim onde as crianças brincam, com sua inocência coberta de sujeira e suas risadas límpidas. O futuro está nos balanços vazios, no sobe-desce onde um solitário menino espera com rostinho ansioso o seu par, onde em uma caixa de areia o vento sopra na roda um novo lugar.

Existe o fogo, e é nosso dever o continuar.

*

Se pudéssemos falar com ela hoje,
com certeza ela diria:

Vamos rir, trabalhar, jogar bingo,
nos unir e prosperar, sempre com
muito amor e fé no coração.

Da mesma forma desejamos a ela,
que foi tão especial e inesquecível que:

Prospere, seja feliz, ame muito e
receba muito amor dos que
também já foram e, agora estão
se unindo.

Que Deus Abençoe a todos.

por juliana pelegrini às (23:34)
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Domingo, Maio 9

tempo de mudanças...

porque mudar nem sempre tem que ser doloroso.
e nem complicado.
e porque para tudo se dá jeito.

*

vou me ausentar por algum tempo. será breve, assim planejo.
sintam-se todos abraçados.

por juliana pelegrini às (19:12)
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Quarta-feira, Maio 5

[a caixa de sonhos]

quando menina, ela escrevia sem parar. tinha mania de colocar seus desejos e sonhos em papel. sempre tivera esse hábito. escrevia em papéis perfumados, usava canetas coloridas. lia, relia, e antes de colocá-los na velha caixa de sapatos, dava um beijo no papel (prá dar sorte, dizia).

e assim seguia a menina, vivendo sua vidinha, acreditando em seu íntimo que aquelas palavras depositadas na caixinha se tornariam realidade. a sua realidade.

hoje, sem querer, lembrou-se dela. como era mesmo? por onde andaria sua velha caixa de sonhos? procurou, procurou muito, como se fosse a coisa mais importante naquele momento. encontrou-a num velho baú, surrada, quase fazendo revelar seu precioso conteúdo. sentiu o coração bater descompassado, era como se sua vida inteira dependesse do que havia na caixa.

lembrava vagamente das palavras. foi então retirando os pequenos papéis, um a um. não havia mais o perfume, a tinta estava fosca e falhada, mas reconhecia neles sua letra, cheia de capricho, como quem ouvesse escrito o livro da vida.

ao abrir o primeiro, seus olhos se encheram d´água, dizia: "quando eu crescer, quero ser bailarina". não, não era isso em que havia se tornado, seu trabalho não exigia dela a beleza do corpo nem a delizadeza dos gestos. seu trabalho somente exigia que fosse conivente com as vontades alheias. estufou o peito, encheu-se de coragem, e pegou o papel seguinte. nele estava escrito: "quero casar com 19 anos e ter filhos, muitos filhos. quero uma casa com varanda e uma cerca branquinha. quero, quero..." aquelas palavras tocaram seu coração, e sem perceber, a moça forte e cheia de si estava tal qual uma garotinha, encolhida em seu quarto, chorando um choro abafado e cheio de mágoa. chorou, sentiu pena de si mesma, e decidiu então rasgar os papéis. não queria mais saber que não realizara nada daquilo que sonhou um dia.

de súbito, olhou para trás e viu fotos. fotos de sua família, de pessoas e amigos que amava. viu suas crianças de coração (e são tantas), e sentiu uma paz que há muito não sentia. compreendera enfim, que a vida nem sempre nos leva pelos caminhos que desejamos. nem sempre nos tornamos o que queremos. mas sentia-se feliz por ter se tornado a mulher que estava agora diante dela. sua imagem refletida no espelho era a imagem de uma mulher que ama, que chora, que luta, e que, acima de tudo, vive a vida da maneira que lhe é oferecida.
*
os sonhos dos papéis?
ah, hoje ela entende que só depende dela mesma. que não basta somente escrever, desejar, mesmo que seja com toda força do coração. é preciso mais do que simples desejo, é preciso ir à luta. e é o que ela faz agora. corre atrás dos sonhos de criança com a determinação de uma mulher.
(03.06.2003)

*
porque a caixa de sonhos hoje se encontra cheia, cheia...
e porque como diz meu pequeno: "a vida é boa tia jui"

por juliana pelegrini às (21:28)
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Segunda-feira, Maio 3

[ perguntas ]

ontem a noite ela disse sim à pergunta que docemente saíra de sua boca. desde sempre, teve certeza de que era isso que seu coração ansiava. apesar de haver desistido do sonho outrora, o som mágico daquelas palavras a fizeram desejar novamente.
já tinha dito que sim tantas outras vezes, mas essa havia sido diferente. essa tocara seu coração tão profunda e ternamente que, de sua janela embaçada, podia-se perceber com clareza que as lágrimas teimavam em lamber-lhe a face. era a certeza de que não estaria mais só. a confirmação do que há muito sabia. diria sim quantas vezes fosse perguntada. diria sim no dia em que se tornaria sua para sempre...

por juliana pelegrini às (10:53)
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Sexta-feira, Abril 30

[então tá]

após um longo período de ignorância, descubro finalmente "o que ser" esse tal de ORKUT.
não descobri o brasil, e nem ganhei um doce, mas va lá...

*

aham... coloca mais água no feijão que eu tô chegando amore!
as alterosas que me aguardem...

*

beijo na testa docêis. fui.

por juliana pelegrini às (00:45)
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Quarta-feira, Abril 28

não sei dizer ao certo em que momento me perdi. talvez tenha sido logo após o terceiro café, ou quem sabe entre uma risada e outra. do futuro eu nada sei. faço planos, é certo, mas daí vem a vida e se encarrega de me lembrar a que vim. e assim vou. pela estrada alguns obstáculos a transpor, peito aberto para o que der e vier. sonhando aos montes, escrevendo de menos, pois agora o que de verdade quero é viver. deixar de lado a imaginação e tornar cada pedaço desse sonho realidade. quero poder apalpar essas nuvens. quero te encontrar na mesa do café. ter o que contar nas conversas ao luar. quero, e agora...

*

bonito quando visto dessa forma.
mas porra, porque tem sempre que ser tão difícil?

por juliana pelegrini às (15:52)
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Segunda-feira, Abril 26

a cidade inteira pulsa lá fora, e aqui dentro somente o vazio, e o imenso desejo de estar.
hoje já não se vive um dia de cada vez, atualmente, a vida é medida em períodos que se alteram entre a espera e a ansiedade.
os dias que findam me dizem que hoje ao chegar em casa, vou encontrar a sala vazia. as flores que comprei já devem estar murchas, e seu lugar perto da janela vai estar do mesmo jeito de quando saí hoje cedo.
isso me faz lembrar que o tempo já não passa como quando éramos jovens. atualmente, ele é impiedoso e corre voraz. por isso essa ânsia, por isso essa angústia.
é que temo pelo tempo que não teremos. temo pelo tanto de vida que deixamos de viver.
por isso, meu amor, não se zangue quando digo que não. é que ainda não aprendi a viver leve, ainda não sei me permitir, ainda...

por juliana pelegrini às (17:36)
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Quinta-feira, Abril 22

[beautiful day]

what you don´t have you don´t need it now
what you don´t know you can feel it somehow...


*
quando a gente está amando, a vida por si só já fica melhor, tem mais cor. então, é assim que me sinto ultimamente. mas hoje, em especial, me sinto diferente. não que já não tenha sentido isso antes, mas hoje foi preciso mais do que sentir. foi preciso falar.
sabe quando você se sente tão preenchida por esse amor, que parece não caber? te invade, sai pela boca, e quando você acha que já viu (e sentiu) de um tudo, todo esse amor transborda de você, te deixando com um sorriso bobo na cara, e com a alma leve. faz teu dia ter sentido, faz a vida valer a pena de ser vivida. mesmo com os problemas, mesmo assim. e é isso que eu sinceramente desejo que você sinta um dia. porque quando se ama dessa maneira, é impossível não se fazer feliz.

bom dia pra você :)

por juliana pelegrini às (07:55)
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Sexta-feira, Abril 16

[nowadays]

meu ventre hoje jaz seco, me lembrando a todo instante que a vida passa sorrateira. minhas pernas já não podem mais com o peso das horas. de minha boca já não brotam palavras e nem qualquer outro som que se consiga decifrar. já não distinguo o dia da noite. minhas lágrimas são abafadas pelos sons da cidade. a chuva castiga todo ser vivente, e a cada passo, percebo mais claramente que caminho sem direção. dos dias de ontem, restaram somente as lembranças. o hoje, o amanhã, são estradas que somente o tempo me dirá serem possíveis de trilhar...

por juliana pelegrini às (09:42)
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Quinta-feira, Abril 15

[the serenity prayer]



"god, grant me the serenity
to accept the things i cannot change...
courage to change the things i can
and wisdom to know the difference..."


por juliana pelegrini às (08:25)
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Terça-feira, Abril 13

E L E
tá de casa nova!
*
nham!


por juliana pelegrini às (18:05)
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Terça-feira, Abril 6


por juliana pelegrini às (08:31)
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Sexta-feira, Abril 2

[bye bye tristeza - e não precisa voltar...]

mais uma vez o dia amanhece em minha cidade, e me sinto novamente completa. foram tantas as noites em claro, tanto tempo de espera, tantas palavras lançadas ao vento. e justamente hoje o céu resolveu se vestir de escarlate, as nuvens decidiram bailar, e a todo momento me mostram imagens de seres inexistentes. você vê meu amor? consegues ao menos saber o motivo de tanto alvoroço nessa terra? pois então, pouse sua mão em meu peito, e perceba a melodia que me escapa sem pudor. é a batucada incessante desse velho coração, que mais uma vez, se prepara para te receber.

vem logo, vem...

por juliana pelegrini às (07:59)
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Terça-feira, Março 30

[a linguagem do corpo]

é mais ou menos assim que funciona: na correria do dia-a-dia você não nota. vai deixando para amanhã, e quando menos espera, o corpo dá sinal.
no meu caso, foram alguns anos de almoços em 5 minutos, besteiras goela abaixo, e stress (a lot of). daí que o fígado, esse cussão, foi o alvo escolhido. me transformou em uma fresquinha, que a cada contrariedade sai por aí chamando o hugo!
anyway, como tudo tem um lado bom, também me fez parar para pensar em como ando conduzindo minha vida.
pois bem, ontem foi um desses dias, em que me permiti remédio e chazinho na cama (e sem culpa, notem bem).
havia me esquecido de como é bom deixar-se cuidar. me fez bem, deixar cair (mesmo que por pouco tempo), a casca grossa de super-mulher.
pode ser a idade, ou quem sabe os hormônios, só sei que ando revendo o que tinha como prioridades na vida.
vejam bem, amo meu trabalho, minha independência e o que vem com ela. só que ultimamente, a mulherzinha em mim anda falando mais alto. eu bem tento dar uns "cala-a-boca" nela, mas a danada insiste em enfiar caraminholas na minha cabeça. ultimamente ela anda matracando coisas sobre ser mãe, casar, esses trelelês todos. affe!
de qualquer modo, acredito que um dia a vida bata à porta para cobrar o que se tem feito com ela, e é aí que o bicho costuma pegar! a super-mulher que você foi a vida inteira desaba, e o que sobra? amargura, revolta e solidão?
sai prá lá urubu, que comigo não! decidi que a partir de hoje, a super-mulher-fodona e a mulherzinha-cor-de-rosa terão que conviver na santa paz.
ainda tento resolver tudo sozinha, isso é fato. mas me permito, vez por outra, não ter que trocar pneu, não dividir a conta, chorar na frente do espelho...
*
(post inspirado no que ela disse)

por juliana pelegrini às (09:15)
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Sexta-feira, Março 26

a d o r o !



vai lá e me diz se não tenho razão em a ter como musa. clica!


por juliana pelegrini às (18:57)
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Sexta-feira, Março 19

{cinderela}

atrasada como de costume, deixa-se envolver pela névoa do chuveiro. o cheiro de cravo a acalma e faz relaxar. enquanto seca os cabelos, tenta vislumbrar qual roupa lhe cairá melhor. dá início ao ritual dos dias de festa. primeiro os cabelos, e logo é a vez de uma leve maquiagem. algumas gotas de seu perfume favorito, e está pronta. joga as chaves de casa na bolsa (aquelas que você mandou fazer), e espera. por um breve momento, pensou estar se preparando para sair. mas, tola que é, se dá conta tarde demais de que hoje é apenas seu dia de gata borralheira...

por juliana pelegrini às (19:00)
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Quinta-feira, Março 18

{hoje}

não. hoje não vou falar das flores que vi pelo caminho. não quero te contar pelo que passei e nem descrever meus dias por aqui. só por hoje, quero ter o direito de dizer não. hoje, quero poder acreditar que os dias contados chegaram ao fim. quero não mais ter que esperar. quero acordar pela manhã e deslizar meu braço pelos lençóis, sabendo te encontrar aqui. quero te esperar no fim do dia, e poder te contar que espero um filho teu. ainda hoje, queria ter a certeza de que os dias de angústia e espera estão por terminar. isso tudo porque hoje, e só por hoje, sinto não ter mais forças para continuar sozinha. percebo que a jornada tornou-se longa e pesada, e meus pés parecem não mais me obedecer. ainda hoje, sei que vou me arrepender por ter fraquejado. mas também sei que amanhã outro dia virá, e nele renovarei minhas esperanças e meus ideais. amanhã...

boa noite amore. durma bem...

por juliana pelegrini às (23:20)
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Sexta-feira, Março 12

{a home}

senta-se à beira do caminho, aperta os olhos como em oração, e deixa-se envolver pelo silêncio. é nele que recobra suas forças, é com ele que caminha pela vida sem machucar, e é por ele que pretende continuar. ela sabe que no fim da estrada existe seu lugar, e é por isso que batalha agora. segue seus dias, vive sua vida. caminha com passos cansados de estarem sós. pelo caminho vai juntando todo o amor que dera e recebera, pois é só o que se leva no fim, e espera. espera que ao final da jornada consiga alcançar seu destino, seu lar...

*

four walls, a roof, a door, some windows
just a place to run when my working day is through
they say home is where the heart is...


por juliana pelegrini às (00:14)
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Sexta-feira, Fevereiro 27

[life for rent]

estava de volta, e não mais sabia como conviver com isso. tudo continuava exatamente como havia deixado. era inútil tentar escapar. somente lhe era permitido o esquecimento. por alguns breves momentos, achava que poderia superar. vez por outra sentia-se forte e renovada. mas havia ainda o outro lado. a vida real, que não a deixara nem por um minuto. tolice pensar que poderia esquecer. lá continuavam todos os seus tormentos, tudo o que não a deixava dormir; e ao mesmo tempo, tudo que a fazia, pela primeira vez, ter vontade de não mais acordar. estava de volta, e essa era sua única certeza...

por juliana pelegrini às (18:43)
Diz aí:
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Sexta-feira, Fevereiro 20



...so let me tell you
again and again and again.
I love you now and forever.


por juliana pelegrini às (16:42)
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Segunda-feira, Fevereiro 16

[cry for help]

venho de uma família de maioria mulheres. mulheres fortes, pode-se assim dizer.
meu avô, homem rígido e ao mesmo tempo dono de um coração mole que só vendo, sempre desejou ter um filho homem, para que pudesse ser seu sucessor, a continuação de algo que só a ele cabia explicar.
pois bem, quis o destino que ele tivesse três mulheres. irmãs corsa, como eram conhecidas. três mulheres que valiam bem por uma dezenas de homens. não falo isso somente por ser minha mãe uma delas. falo isso porque era realmente assim. foram, e continuam sendo mulheres que viveram e vivem até hoje lutando pelo dia de amanhã.
e assim eu cresci. cercada por lições de honra e tradição. de amor e gratidão. descesdente de um povo que não se deixa dobrar, que acredita que seus ancestrais são a causa nobre de estarem, se serem.
meu trisavô, descobri há pouco tempo, foi um tipo de samurai do império, ou coisa parecida. seu filho, meu bisavô, foi um homem que, em sua infância, possuía empregados até mesmo para se limpar. como sempre, a história se repete. um irmão mais ganancioso acaba com tudo, e a este só resta batalhar para criar seus filhos. mesmo com os percalços, meu bisavô ainda encontrava tempo para ser um exímio lutador de kendô.
e foi assim que as mulheres desta família se tornaram guerreiras, e aprenderam a ser fortes. senão por elas, mas pelos seus.
e é assim ainda nos dias de hoje. minha bisavó nos ensinou sobre a honra, sobre a importância de nossos antepassados, e a não deixar antigas tradições serem esquecidas. assim como o velho hotokessan da família um dia será meu, desde muito cedo me foi incutida a responsabilidade de olhar pelos outros, de cuidar. me foram passadas lições de muita valia, mas não me foi ensinado o principal, não aprendi a pedir ajuda...

[o Ballet Shogun, ao meu avô - de Ivonice Satie - uma dessas mulheres...]

por juliana pelegrini às (19:48)
Diz aí:
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||| That´s me...

Eu sou: chata
Me magoa: palavras duras
Eu amo: coca cola, pileque leve, beijo na boca e cafuné
Eu quero: v o c ê
Eu odeio: a vida como ela é... (realidade)
Eu choro: um monte
Eu temo: que a gente deixe passar as oportunidades...
Eu espero: acontecimentos...
Eu gasto: compulsivamente
Eu falo: muito pouco (teclo melhor do que falo)
Eu quebro: minhas unhas (sempre)
Eu lembro: de tudo. Eu não esqueço nada.
Eu durmo : e sonho com você
Eu escondo: que tenho medos...
Eu dirijo: minha frustração...
Eu queimo: calorias, neurônios
Eu respiro: vida...
Sinto saudades: de como você era
Eu sei: quase nada
Eu sonho: exagerada e loucamente
Eu morro: de amor
Estou ouvindo: maxwell, enya, leann rymes, luna, norah jones, pedro mariano (amo), djavan (amo tb)
Amanhã eu vou: viver (de verdade...)
Vou falar com: alguém
Vou beijar: v o c ê
Icq: 176492568







Meu humor atual - i*Eu!




icq 176492568










Cardiotopia
Zel
Mario e Adri

Ticcia
Inspira|Expira
Drops da Fal!










||| Meu Passado




Não, meu coração
não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
Por isso freqüento os jornais, me exponho
cruamente nas livrarias:
Preciso de todos.



por onde anda o coração


on-line