lunedì, luglio 9

Carta para Alice



Querida filha,

te escrevo esta carta, para que a lembrança do dia de hoje não seja como muitas outras esquecidas. O dia em que você se virou sozinha na cama eu me lembro de ter anotado em seu livro de primeiros passos, mas o dia em que você sorriu para mim pela primeira vez foi esquecido. Não o fato, mas a data. Acho que a culpa foi da emoção, que misturada com o receio de não corresponder àquele sorriso fez com que a mamãe se esquecesse de anotar, isso nunca vou saber...

Pouco mais de um mês, quando o leite diminuiu e eu tive que te dar mamadeira por uns poucos dias, doeu mais, foi mais difícil, muito mais. Tentei de todas as maneiras aumentar a produção, me sentindo culpada e impotente diante de você, até que retomamos nossa rotina de mamadas e olhares cúmplices e apaixonados.

Há pouco, ao te carregar para seu berço, já adormecida e tranquila, me dei conta de que tudo bem você não querer mais o peito da mamãe. Dessa vez não dói tanto, talvez por achar que agora a culpa não é mais minha, pois o leitinho sai todas as vezes que você chama por ele.
Isso me fez lembrar de quando você dormiu sozinha em seu berço pela primeira vez. Ou melhor, de quando “eu” voltei a dormir em meu quarto.

Foi difícil admitir que você cresceu. Simples assim. Agora quer explorar, conhecer novos sabores, aromas.
E tudo bem. A mamadeira vazia está aqui, em frente ao teclado, e algumas lágrimas insistem em cair, mas a mamãe finalmente percebeu que amar direito é isso, é deixar ir; é abrir os braços e sussurrar um eu-te-amo embargado em seu ouvido, pra você saber que sempre vou estar aqui para você.

por juliana pelegrini às (21:48)
Diz aí:
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||| That´s me...

Eu sou: chata
Me magoa: palavras duras
Eu amo: coca cola, pileque leve, beijo na boca e cafuné
Eu quero: v o c ê
Eu odeio: a vida como ela é... (realidade)
Eu choro: um monte
Eu temo: que a gente deixe passar as oportunidades...
Eu espero: acontecimentos...
Eu gasto: compulsivamente
Eu falo: muito pouco (teclo melhor do que falo)
Eu quebro: minhas unhas (sempre)
Eu lembro: de tudo. Eu não esqueço nada.
Eu durmo : e sonho com você
Eu escondo: que tenho medos...
Eu dirijo: minha frustração...
Eu queimo: calorias, neurônios
Eu respiro: vida...
Sinto saudades: de como você era
Eu sei: quase nada
Eu sonho: exagerada e loucamente
Eu morro: de amor
Estou ouvindo: maxwell, enya, leann rymes, luna, norah jones, pedro mariano (amo), djavan (amo tb)
Amanhã eu vou: viver (de verdade...)
Vou falar com: alguém
Vou beijar: v o c ê
Icq: 176492568







Meu humor atual - i*Eu!




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DANI, EU. DANI, ELLA.
Alexandre Soares Silva
Afrodite sem Olimpo
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Garota Marota
Josephine
Pensar Enlouquece
Alê Felix
Epinion









||| Meu Passado




Não, meu coração
não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
Por isso freqüento os jornais, me exponho
cruamente nas livrarias:
Preciso de todos.



por onde anda o coração


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